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segunda-feira, 19 de março de 2012

Os primeiros passos (Capítulo 2 - Parte 2)

Muitas entrevistas e mais cobranças, eu estava me sentindo sufocada. Estava dormindo no bicuço, ele lia um livro, estávamos indo gravar algumas entrevistas e uma participação em um programa.

-Tá tudo bem com vocês Luan? O Rober perguntou a ele, durante a viagem.

-Tá! Por quê? Ele o olhou.

-É que eu vi a B conversar com a Milena no telefone e ela comentou algumas coisas... Mais foi, então, coisa da minha cabeça, já que você disse que está tudo bem!

-Foi sobre o casamento?

-Foi cara!

-A gente ta mal com isso, ela mais ainda! Estão pressionado a gente demais cara! O Luan me olhou dormir.

-Entendo! Mais se preparem que...

-É só o começo! Complementei a frase e abri os olhos.

-Perdeu o sono mor?

-Perdi! Sorri.

-Chegando lá à gente vai direto gravar a entrevista e...

-No hotel a gente pode conversar? Perguntei.

-Pode! Ele piscou.

Quando chegamos ao aeroporto fomos dá toda a atenção às fãs que nos esperavam, e mais cobranças vieram. Elas não tinham culpa, não sabiam, o quanto isso nos incomodava, naquele momento. Queríamos casar mais tínhamos que conversar direito sobre o assunto, já que não tivemos tempo para isso. Era um assunto pendente, porém não cancelado, e eu estava disposta a conversar, naquele, mesmo, dia.

Fomos para a gravação da entrevista, estávamos querendo mais do que nunca, naquele momento, ficar a sós. Depois de muitas perguntas, sobre o trabalho e shows, mescladas com a nossa vida pessoal, que não respondemos a nenhuma, fomos gravar o programa de TV. Saímos de mãos dadas, do local da entrevista, trocamos carinhos e sorrisos, fáceis, brotavam do nosso rosto, quando escutamos o silêncio que nos rodeava, na garagem do estúdio que estávamos.

-B, Luan! Uma menina gritou.

Eu e ele na mesma hora viramos e procuramos de onde vinha aquele grito. Era uma fã que havia conseguido burlar a segurança e entrar. Nos olhamos e sorrimos, fomos na direção dela. O Wellington a soltou e a deixou tirar fotos com a gente e pegar alguns autógrafos, em seguida fomos para o estúdio gravar o programa.

-Cansei! Sentei na cama do quarto.

Chegamos ao hotel depois de um agitado dia, e pela noite ainda teria um show. Ele entrou, logo depois de mim, e trancou a porta. Tirando o tênis ele sentou de vez na cama, e eu o ajudei a tirar a blusa xadrez que estava sobre uma branca.

-Quer conversar agora? Aproveita que estamos sozinhos! Ele riu.

-Espera!

Levantei e sentei no colo dele, de frente pra ele, e comecei a beija-lo. Ele deitou na cama, me fazendo ficar por cima dele, e logo fez em mim cosegas. Rimos um pouco e logo deitamos um ao lado do outro olhando para o teto.

-Mor se a gente for casar, temos que decidir quando eu mando fazer a casa! Ele começou.

-É eu sei! Mais você não acha que vai ser muito cedo? Sei lá!

-Você tem que concordar comigo, esse um ano juntos parece mais dez anos! A gente vive intensamente um dia após o outro... Concorda? Ele me olhou.

-Concordo! Mais então concorde comigo, também, que é você estalar o dedo que a casa vai tá pronta! Ri.

-Verdade! Ele riu.

-Poder! Deitei sobre o peito dele.

-Amor serve em Dezembro?

-Serve? É assim que você fala?

-Ah! Você entendeu! Ele sorriu, enquanto afagava meu cabelo.

-Por mim tudo bem!

-E a lua de mel? Ele sorriu.

-Vamo pra Cancun? Sorri.

-Por mim tudo ótimo! Ele me abraçou.

-Sim... Que estado à gente casa? Essa é uma grande questão! Sentei na cama.

-Londrina tem uma igreja...

-Salvador é a cidade das igrejas! Ri.

Nos olhamos e parecemos pensar na mesma coisa.

-Casamos em uma fazenda, no Mato Grosso do Sul! Falamos ao mesmo tempo.

-Churrascão depois mor, pode? Ele pediu.

-Por mim tudo bem! Ah! Não vou casar com aqueles vestidos que parece bolo, não!

-Ok! Ele riu.

-O bolo vai ser de chocolate! Sorri.

-É? Ele me puxou e quando foi me dá um beijo alguém bateu na porta.

-Quem deve ser? Eu perguntei.

-Alguém chato; o testa! O Luan riu e levantou para abrir a porta.

Quando viu quem era ele abriu e voltou a sentar na cama ao meu lado. O Roberval entrou com um papel e nos olhou como se estivesse desconfiando de algo. Eu e o Luan nos olhamos e sorrimos, voltando o olhar para o Rober.

-Atrapalhei né? Ele falou sem graça.

-Um pouco! Mor me ajuda aqui! O Luan tirava a camisa.

-Que foi Rober? Ajudava o Luan com a blusa.

-Só vim avisar quando vamos sair pra ir ao show...

-Rober senta aqui! Bati, na cama, indicando o lugar ao meu lado quando o Luan levantou.

-Que foi? Ele desconfiou.

-Sério! Sem perturbação, senta!

-Que foi? Ele sentou.

-Eu e o Luan estávamos falando sobre o casamento e planejando alguns detalhes e... a gente pensou a mesma coisa, né mor?

-É! O Luan respondeu do banheiro.

-O que? O Rober me olhava, ainda sem entender.

-Quer ser nosso padrinho? Sorri.

-Sério? Ele abriu um sorriso enorme.

-Sério! Aceita? Sorri.

-Claro! É uma honra!

-É para a gente, uma honra! Como se a gente estivesse agradecendo por tudo; sua lealdade e sua fidelidade, tanto na amizade quanto no trabalho. Sorri.

-Meu padrinho agora testa! O Luan bateu na mão dele.

A gente sorriu e o Rober ficou sem acreditar no nosso convite.

Um comentário:

  1. Aiiiiiiiiiiiiii q LINDOOOOOOOOOOOOO ! Morrendo de Saudades dessa web novela (:
    AMOOOOOOOOOOOO D++++++++++++++++ DA CONTA ♥
    @SuperAmorALLS

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